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Alguns textos sobre recuperação de dados mostrando um pouco mais sobre os hard disk drives, o que acontece quando sofrem acidentes com incêndio e alagamento, e também algumas reportagens sobre a HD Engenharia.

 

SOBRE PERDA DE DADOS

Recuperação - Anatomia de um HD - Head Crash - Backup

Muito pouca informação tem sido publicada sobre perda de dados, e as existentes na maioria das vezes são inconsistentes. Devido a incompreensão das informações recebidas, os usuários encontram dificuldades para avaliar corretamente a situação e podem tomar uma decisão que dificulte ou desacredite na possibilidade de recuperar seus dados após ter acontecido alguma falha.

Muitos dados nem sempre podem estar totalmente perdidos, simplesmente tornaram-se inacessíveis para o usuário. Milhares de gigabytes de dados tem sido perdidos simplesmente porque seus usuários não estavam informados sobre a opção de recupera-los.

Quando os dados tornam-se inacessíveis, nossa experiência indica que aproximadamente 90% deles podem ser recuperados. Este número aproxima-se de 100% se nenhum utilitário comercial tiver sido utlizado e se o usuário desligar o computador imediatamente após acontecer uma falha no HD. Nós temos habilidade e experiência para recuperar dados utilizando técnicas e ferramentas próprias desenvolvidas durante anos, mas que somente terão sucesso caso o HD não sofra nenhuma "agressão" causada principalmente por tentativas frustadas realizadas por pessoal não especializado e até mesmo pelo próprio usuário desesperado em recuperar seus dados.

 

COMO UM HD ARMAZENA INFORMAÇÕES

Elas são armazenadas em um ou mais discos revestidos com óxido metálico. Estes discos, que giram a rotações que podem atingir até 10.000 RPM, "guardam" cargas magnéticas. Uma cabeça de escrita e leitura fixada em um braço do atuador - dispositivo que movimenta as cabeças sobre os discos, flutua no colchão de ar a aproximadamente 1 micro-polegada acima da superfície do disco. Fluxos de dados circulam entre as cabeças via conexões elétricas. Qualquer força externa que altere este sistema pode causar uma perda de dados.


Muitos dados são armazenados em pequenos espaços. Há 10 anos atrás, os hard drives armazenavam 40 Megabytes (MB) de dados, hoje eles atingem mais de 200 Gigabytes (GB) utlizando superfícies menores que os da década passada. O aumento da capacidade de armazenamento amplifica o impacto de uma perda de dados. Quanto maior a capacidade mais dados são armazenados em menores espaços (alta densidade), a mecânica de precisão torna-se crucial.


Como parte deste avanço tecnológico, as tolerâncias no drive ("altura de vôo" - distância entre a cabeça de escrita/leitura e a superfície dos discos onde os dados são armazenados) são constantemente diminuídas. Um pequeno choque mecânico, como o manuseio inadequado do drive, falha na fonte de alimentação devido a surtos na rede elétrica, ou a introdução de algum contaminante dentro do drive (HDA - unidade selada) podem causar um "toque" da cabeça no disco, resultando em head crash. Em algumas situações, os dados residentes na área atingida pela cabeça podem ser permanentemente destruídos.


A tolerância dos drives atuais é menor que 1 micro-polegada. Comparativamente, uma partícula de poeira mede de 4 a 8 micro-polegadas e um cabelo humano 10 micro-polegadas. Contaminantes com estas dimensões podem causar sérios danos aos dados.



SOBRE BACKUP

O backup na prática falha e nem sempre protege adequadamente os dados. Muitos usuários de computadores confiam nos backups e em redundantes tecnologias de armazenamento como se elas protegessem sua rede de uma eventual perda de dados. Para alguns, estes backups e estratégias de armazenamento trabalham como planejado. Outros, entretanto, não tem a mesma sorte.

Muitos de nossos clientes fazem backup de seus dados e somente verificam que eles estão indisponíveis no momento crucial, quando precisam restaura-los. Estes sistemas são projetados confiando na combinação da tecnologia e na intervenção humana. Por exemplo, sistemas de backup assumem que o hardware está funcionando perfeitamente. E também que o usuário tem o tempo e a experiência técnica necessária para realizar um backup apropriado. Eles também assumem que as fitas de backup ou cartuchos estão em perfeitas condições, e que o software de backup não esta corrompido. Na realidade, o hardware pode falhar. Dispositivos de fita magnética e cartuchos nem sempre funcionam adequadamente. Usuários acidentalmente fazem backup corrompidos ou com informações incorretas. Até os sistemas que utilizam configurações RAID 1 e 5 falham. Portanto, backups não são infalíveis e absolutamente confiáveis.


Recuperando após desastres

Incêndio - Alagamento

A recuperação de dados de um hard drive pode ser crítica após um incêndio, alagamento ou explosão. Muitas técnicas usadas para recuperar dados de drives aparentemente destruídos são similares as utilizadas em hard drives em condições menos severas.

O valor dos dados pode ser incomensurável. Em muitos casos as Empresas e outras entidades que passam por um desastre deste porte percebem suas falhas. Mesmo aquelas que fazem backup de seus dados correm risco, ao menos que armazenem seus backups em outra local. Reconstruir arquivos de clientes, base de dados de sistemas financeiros e inventários pode ser impossível. Muitas podem ir a falência após um desastre desta natureza.

É de considerável valor, a recuperação dos dados, para as Companhias de seguro que oferecem opções baseadas na interrupção da operação de empresas seguradas.

DANO CAUSADO POR INCÊNDIO

Os dados podem ser recuperados ainda que todas os componentes plásticos estejam derretidos.

A arquitetura de um hard drive tem dois componentes principais, uma placa eletrônica e um conjunto de discos / cabeças em montagem selada ( HDA - Head Disk Assembly ). Nesta unidade selada estão os dados gravados. Existe um pequena abertura no HDA cuja função é compensar as mudanças da pressão atmosférica ( filtro equalizador). A quantidade de ar que passa por esta abertura é insignificante.

O segundo risco é que a água utilizada pelos bombeiros para combater o fogo entre no HDA pelo filtro equalizador de pressão. Neste caso agir rapidamente é fundamental. Se os discos magnéticos forem acessados antes da água secar, então ainda existe chance de recuperar os dados mais críticos. Se a água já secou, ela deixa minerais, sujeiras e outros materiais nas superfícies dos discos e cabeças. As chances de recuperação neste caso são pequenas.

Um outro risco é que o calor tenha sido tão intenso que os discos no interior do HDA queimem ou derretam. Neste caso não existe chance de recuperação.

DANO CAUSADO POR ALAGAMENTO

Se o hard drive ficar submerso por um curto intervalo de tempo, é provável que não tenha entrado água no HDA. Neste caso, a recuperação de dados poderá ser realizada normalmente.

Se a água penetrou no interior do HDA, é importante que o drive permaneça molhado. Neste tipo de problema, é fundamental mantê-lo selado em um container com esponjas molhadas. Nós obtivemos sucesso neste tipo de recuperação, quando recebemos o HD ainda úmido. Aconselhamos manter em água destilada, se tiver que transporta-lo de um local distante.

A técnica padrão usada pelas empresas especializadas em recuperar e restaurar equipamentos de informática ( PCs, impressoras, monitores ) é de aquecer os módulos destes até seca-los. Este procedimento funciona satisfatóriamente mas pode ser desastroso se for utilizado para hard drives que tiveram seu HDA contaminado.

 

SOS O MEU MICRO PIFOU!

Reportagem no Caderno de Informática O DIA - 7 de novembro de 1997

 

PREVINA-SE CONTRA OS ERROS DO MICRO

Reportagem no Caderno de Informática O DIA - 16 de abril de 1999

     
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
     
     
     
       
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